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Ações e ETFs tokenizados vs corretora

● Apoio comercial · uso do assessor

O cliente decide comprar US$ 100.000 em ETF global. Os dois caminhos entregam a mesma exposição econômica. O que muda é o número de portas que ele precisa abrir para chegar lá.

Corretora no exterior × Tokenizado

Corretora no exterior

O caminho que o escritório usa hoje.

  • Abrir a conta leva semanas. Comprovante de residência, formulário fiscal e aprovação de compliance antes de existir qualquer saldo.
  • A remessa custa antes da compra. IOF de 3,5% mais o spread do banco: perto de US$ 7.500 já se foram, dos US$ 100.000, antes da primeira ordem.
  • Ticket e lote mínimos. Comprar meia ação ou US$ 50 de um ETF nem sempre é possível. O cliente pequeno simplesmente não entra.
  • A custódia é da corretora. O papel fica no balanço dela. Transferir para outra instituição depois é processo, não clique.
  • O dinheiro para no meio do caminho. Entre a remessa e a execução da ordem, o saldo fica em conta não remunerada, sem render nada.
Resultado 5 etapas, e dias até a ordem sair Com um ticket mínimo que exclui boa parte da base de clientes do escritório.

Ações e ETFs tokenizados

A ordem sai do saldo em dólar que ele já tem.

  • Nenhuma conta nova para abrir. O cliente já está dentro. Sem formulário fiscal, sem transferência internacional, sem segunda aprovação de compliance.
  • 0,5% por ordem, e mais nada. Em US$ 100.000, são US$ 500. Não há taxa de custódia, de manutenção nem de inatividade.
  • Sem lote mínimo, fração a partir de US$ 10. O cliente de R$ 1 milhão e o de R$ 100 mil compram a mesma exposição. Muda o tamanho, não o acesso.
  • O papel liquida na carteira dele. Fica em autocustódia, no nome do cliente, e não no balanço de nenhuma corretora.
  • Até a ordem sair, o dinheiro rende. O saldo em dólar continua rendendo, e depois da venda a posição volta para o mesmo saldo.
Resultado 3 etapas, e minutos até a ordem sair Com um mínimo de US$ 10, que abre a bolsa global para a base inteira.
Diga antes que perguntem

O cliente não compra a ação: compra um título lastreado nela, mantido pela Ondo. A exposição econômica é a do papel, mas existe risco de emissor, que é diferente do risco da ação, e o título não dá direito de voto. Dividendos seguem a regra publicada pelo emissor.

A pergunta que faz o interlocutor concordar sozinho

“Quantos clientes de vocês ficam fora da bolsa lá fora só porque abrir conta no exterior dá trabalho demais para o tamanho do ticket que eles têm?”

As dúvidas que o cliente traz

O que tem na prateleira. Mais de 440 ações e ETFs americanos, de Nvidia e Tesla ao S&P 500. A entrada é fracionada a partir de US$ 10, com emissão e resgate na própria carteira.

Quando dá para operar. De domingo à noite a sexta à noite, no horário de Nova York. Nos principais papéis também há negociação em fim de semana e feriado, com spread maior e limites. Nunca prometer negociação ininterrupta para a prateleira inteira: isso vale para os principais papéis, não para os 440.

Quem responde pelo lastro. A Ondo emite, a Alpaca custodia o papel nos Estados Unidos e a Ankura fiscaliza e atesta. Cada título só existe depois que a ação correspondente foi comprada e guardada, e a conferência é diária e independente.

O que acontece com os dividendos. São reinvestidos no próprio título, em vez de caírem na conta para o cliente reaplicar por conta.

Fontes: ficha do provedor Ondo Finance na biblioteca do hub (dados de 24/08/2026) · docs.ondo.finance, seção trust-and-transparency · doc de custódia Ankura × Alpaca. Material educacional de uso interno do assessor. Título tokenizado não é o valor mobiliário em si e não confere direitos de acionista: carrega risco de emissor, de liquidez e tecnológico, além do risco do ativo subjacente. A estrutura de custódia não é seguro. Sem cobertura do FGC. Alíquotas e janelas de negociação são as vigentes hoje. Recomendação personalizada é atribuição exclusiva do assessor habilitado (Res. CVM 19).